
Disse não ao mundo.
Falou em tom elevado o que o extra-de-si precisava ouvir.
Ou talvez aquilo que necessitava explodir.
Gritou maior que trovões.
Assustou com decibéis de trator,
destruindo a camada crespa da indiferença.
Mas quebrou mesmo foi a própria fraqueza da inconstância,
o semblante da incapacidade,
o olhar caído sobre a desilusão.
Dor de quem sabe que nada poderá mudar.
Mudou só o si, porque o lá é vazio.
Berrou tons vermelhos de ódio,
com intenções vingativas,
aquela boca caída de canto,
como quem pisa numa abelha que solta o ferrão,
sofre, arranca o espinho da dor, e mata.
Falou em tom elevado o que o extra-de-si precisava ouvir.
Ou talvez aquilo que necessitava explodir.
Gritou maior que trovões.
Assustou com decibéis de trator,
destruindo a camada crespa da indiferença.
Mas quebrou mesmo foi a própria fraqueza da inconstância,
o semblante da incapacidade,
o olhar caído sobre a desilusão.
Dor de quem sabe que nada poderá mudar.
Mudou só o si, porque o lá é vazio.
Berrou tons vermelhos de ódio,
com intenções vingativas,
aquela boca caída de canto,
como quem pisa numa abelha que solta o ferrão,
sofre, arranca o espinho da dor, e mata.
3 comentários:
Pense num desabafo potente...
Deu até vontade de gritar e quebrar minha monótona e estressante rotina.
AAhhhhhh!!!
Parabéns Larete Angeliquete.
Beijos
lindo...mais uma vez lindo...
Menina,
olha só quem descobri. rsssss.
beso miga.
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